No dia 12/08/2010 foi realizado o assunto: A Família Real no Brasil composto no Plano de Aula foi muito observado e atrativo para os alunos, pois conseguir absorver dúvidas sobre o assunto contidas pelos alunos. . O planejamento escolar foi muito bom, por que ajudou a mostrar a vinda da Corte Portuguesa; os motivos que levaram a Corte a sair de Portugal e vim para o Brasil; e as transformações que afetaram a política, economia, sociedade e cultura; além das inúmeras obras que foram realizadas. Foi usado nos recursos metodológicos computador para pesquisa, quadros com pinturas de Debret, aparelho de DVD e aparelho de televisão onde foi passado o filme: Carlota Joaquina, e mapa mundi na sua localização, enfim foram usados todos esses recursos para aproximar cada vez mais os alunos do ambiente na Corte.
Dividir o Plano de Aula por etapas, na primeira etapa situou aos alunos nos acontecimentos europeus dos séculos XVIII e XIX. Mostre à turma os aspectos da política expansionista de Napoleão Bonaparte, recorrendo ao mapa europeu e explicando os países que haviam sido invadidos pelo governante francês. Em seguida, falei da situação específica de Portugal que estava sob fogo cruzado. De um lado era pressionado por Napoleão a apoiá-lo na luta contra os ingleses e, de outro, tinha relações comerciais e políticas com a Inglaterra há muito tempo. Exibir um trecho do filme Carlota Joaquina à garotada. Nele, a diretora Carla Camurati revela de maneira caricatural os principais personagens da vinda da Família Real ao Brasil. Solicitei aos alunos que ficasse atento ao filme e à forma como a diretora brasileira caracteriza Dona Maria I, a Louca, Dom João, Carlota Joaquina e os demais integrantes da corte portuguesa. Pedir para que eles observem também o papel do embaixador inglês em Portugal, Lorde Strangford l, responsável por articular a influência do Império britânico no país. Expliquei que foi dele a idéia de transferir a corte para o Brasil. Ao terminar o filme, promovir um debate com a turma e peça que os alunos levantem algumas características e acontecimentos da época. Com base no final, expliquei à turma as principais realizações do governo joanino no Brasil. Em seguida, pedir que eles levantam hipóteses e tentem explicar com suas palavras a relação entre portugueses e ingleses naquela época Ao final, solicitei que eles elaborem um cartaz com as principais informações. Eles verificarão que D. João chegou ao país com uma corte de 10 mil pessoas. Os gastos da viagem foram pagos pela Inglaterra por meio de um empréstimo de 600 mil libras esterlinas. Ao chegar ao país, D. João VI criou o Banco do Brasil e negociou ações com os fazendeiros da época, dando a eles em troca títulos de nobreza, comendas e cargos públicos. Para começar esta etapa, analisei com a turma a contradição criada com o governo de D. João VI: na medida em que o país se modernizava – e tornava-se mais arrojado do ponto de vista de suas instituições - ficava mais próximo das condições propícias para a independência, proclamada em 1822. Comentei com a classe a célebre frase que Dom João VI teria dito ao príncipe regente Dom Pedro: “Filho, se tiveres de fazer a independência que a faça antes que um aventureiro lance mão dela”.Pedir que os alunos comentasse a declaração e, em seguida, expliquei que as ações do regente acabaram resultando num processo de independência bastante conservador, no qual seu próprio filho, herdeiro da antiga metrópole, foi o protagonista. Nessa etapa, discutir com os alunos um pouco do cotidiano da Família Real no Brasil a partir das obras de Debret. A pedido de D. João VI, foi criada a Missão Artística Francesa no Brasil, da qual Jean Baptiste Debret era membro. O francês esteve no Rio de Janeiro de 1816 a 1831 e retratou o processo de independência brasileiro e os primeiros anos do governo de Dom Pedro I. Uma de suas obras mais conhecidas é um quadro de dom João em tamanho real. Levei os alunos até a sala de informática e solicitei uma pesquisa de imagens na internet com as principais obras de Debret. Pedir que a turma elaborasse uma apresentação, selecionasse as melhores imagens e exibi-las para toda a escola, analisando quais são os personagens retratados nas obras. Como é retratado o cotidiano do século XIX nas pinturas? Como são representadas as paisagens e as pessoas?
Enfim dividindo o plano de aula assim conseguir obter os resultados positivos esperados, além disso toda a turma gostou do conteúdo e com certeza vai ajudar na compreensão do mundo atual.
Dividir o Plano de Aula por etapas, na primeira etapa situou aos alunos nos acontecimentos europeus dos séculos XVIII e XIX. Mostre à turma os aspectos da política expansionista de Napoleão Bonaparte, recorrendo ao mapa europeu e explicando os países que haviam sido invadidos pelo governante francês. Em seguida, falei da situação específica de Portugal que estava sob fogo cruzado. De um lado era pressionado por Napoleão a apoiá-lo na luta contra os ingleses e, de outro, tinha relações comerciais e políticas com a Inglaterra há muito tempo. Exibir um trecho do filme Carlota Joaquina à garotada. Nele, a diretora Carla Camurati revela de maneira caricatural os principais personagens da vinda da Família Real ao Brasil. Solicitei aos alunos que ficasse atento ao filme e à forma como a diretora brasileira caracteriza Dona Maria I, a Louca, Dom João, Carlota Joaquina e os demais integrantes da corte portuguesa. Pedir para que eles observem também o papel do embaixador inglês em Portugal, Lorde Strangford l, responsável por articular a influência do Império britânico no país. Expliquei que foi dele a idéia de transferir a corte para o Brasil. Ao terminar o filme, promovir um debate com a turma e peça que os alunos levantem algumas características e acontecimentos da época. Com base no final, expliquei à turma as principais realizações do governo joanino no Brasil. Em seguida, pedir que eles levantam hipóteses e tentem explicar com suas palavras a relação entre portugueses e ingleses naquela época Ao final, solicitei que eles elaborem um cartaz com as principais informações. Eles verificarão que D. João chegou ao país com uma corte de 10 mil pessoas. Os gastos da viagem foram pagos pela Inglaterra por meio de um empréstimo de 600 mil libras esterlinas. Ao chegar ao país, D. João VI criou o Banco do Brasil e negociou ações com os fazendeiros da época, dando a eles em troca títulos de nobreza, comendas e cargos públicos. Para começar esta etapa, analisei com a turma a contradição criada com o governo de D. João VI: na medida em que o país se modernizava – e tornava-se mais arrojado do ponto de vista de suas instituições - ficava mais próximo das condições propícias para a independência, proclamada em 1822. Comentei com a classe a célebre frase que Dom João VI teria dito ao príncipe regente Dom Pedro: “Filho, se tiveres de fazer a independência que a faça antes que um aventureiro lance mão dela”.Pedir que os alunos comentasse a declaração e, em seguida, expliquei que as ações do regente acabaram resultando num processo de independência bastante conservador, no qual seu próprio filho, herdeiro da antiga metrópole, foi o protagonista. Nessa etapa, discutir com os alunos um pouco do cotidiano da Família Real no Brasil a partir das obras de Debret. A pedido de D. João VI, foi criada a Missão Artística Francesa no Brasil, da qual Jean Baptiste Debret era membro. O francês esteve no Rio de Janeiro de 1816 a 1831 e retratou o processo de independência brasileiro e os primeiros anos do governo de Dom Pedro I. Uma de suas obras mais conhecidas é um quadro de dom João em tamanho real. Levei os alunos até a sala de informática e solicitei uma pesquisa de imagens na internet com as principais obras de Debret. Pedir que a turma elaborasse uma apresentação, selecionasse as melhores imagens e exibi-las para toda a escola, analisando quais são os personagens retratados nas obras. Como é retratado o cotidiano do século XIX nas pinturas? Como são representadas as paisagens e as pessoas?
Enfim dividindo o plano de aula assim conseguir obter os resultados positivos esperados, além disso toda a turma gostou do conteúdo e com certeza vai ajudar na compreensão do mundo atual.
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