segunda-feira, 20 de setembro de 2010

Hiperpórtifólio : esse é completo

Prefeitura Municipal de Simão Dias
Curso: Tecnologia na Educação – Ensinando e aprendendo com as TIC
Formadora: Ellen Carla
Aluno: Daniell Alves Loiola Santana


Unidade 1: Tecnologia na sociedade, na vida e na escola

Atividade 1 – Apresentação.

Atividade 2 – Quem sou eu como professor e aprendiz.
Use o portal do professor, planeta educação para acessar o texto “Tecnologias trazem o mundo para a escola” com o site http://portaldoprofessor.mec.gov.br/noticias.html?idEdicao=2idCategoria=8.

Atividade 2.A – Quem sou eu como professor e aprendiz.
Outros links como Diretoria Barretos para acessar o texto “A sociedade da aprendizagem e o desafio de converter informação em conhecimento.”

Atividade 3 – A Identidade do professor e sua própria aprendizagem.
Assista a entrevista com Antonio Nóvoa, além dos textos de J. A. Valente,

Atividade 4 – A postura da escola e da educação frente as novas tecnologias.
Assista ao vídeo de Ladislau Dowbor e o Texto: Escola e Tecnologia.

Atividade 5 – Tecnologias existentes na escola.
Assista o slide que está na (Biblioteca em Material do aluno, I Unidade, Atividade 1.5)

Atividade 6 – Uso dos recursos tecnológicos na prática pedagógica.
Assista ao vídeo “O Uso dos recursos tecnológicos na prática pedagógica”.

Atividade 7 – Experiências desenvolvidas por meio do trabalho por projetos no contexto da escola.
Assista o slide que está em (Biblioteca em Material do aluno, I Unidade, 1.7)


Unidade 2: Internet, Hipertexto e Hipermídia

Atividade 1 – Navegação em Hipertexto.

Atividade 2 – O que é Hipertexto?

Atividade 3 – Conhecer e comentar as atividades dos colegas.

Atividade 4 – Criação do seu Hiperportfólio.

Atividade 5 – A Internet como espaço de autoria: Wikipédia, Wikidicionário, vivendo em comunidade.

Atividade 6 – Blog: diário (de aprendizagem) na rede.
Pesquise a palavra Blogs e faça o seu, está imperdível.



Unidade 3: Prática pedagógica e mídias digitais

Atividade 1 – Conhecer e explorar ambientes que disponibilizam materiais digitais em diversos meios.
Assista a entrevista com Lucas Ciavatta.

Atividade 1.A – Conhecer e explorar ambientes que disponibilizam materiais digitais em diversos meios.

Atividade 2 – Planejamento uma atividade usando mídias digitais.

Atividade 3 – Aplicando uma atividade usando mais digitais.

Atividade 4 – Autoria de objetos hipermídia: criar um objeto multimídia incorporando algum ou alguns objetos que tenham analisado e sua proposta de uso.
Assista o slide que está na (Biblioteca em material do aluno, III Unidade, Atividade 3.4)



Unidade 4 – Currículos, projetos e tecnologias

Atividade 1 – Currículo desenvolvido na ação

Atividade 2.A – Pedagogia de projetos com tecnologias

Atividade 2.B– Pedagogia de projetos com tecnologias
Faça a leitura do (Projeto Pedagógico com tecnologias que está na cadastrado em Projeto, IV Unidade)

Atividade 3 – Hiperportifólio

Hiperpórtífólio

Prefeitura Municipal de Simão Dias
Curso: Tecnologia na Educação – Ensinando e aprendendo com as TIC
Formadora: Ellen Carla
Aluno: Daniell Alves Loiola Santana


Unidade 1: Tecnologia na sociedade, na vida e na escola

Atividade 1 – Apresentação.

Atividade 2 – Quem sou eu como professor e aprendiz.
Use o portal do professor, planeta educação para acessar o texto “Tecnologias trazem o mundo para a escola” com o site http://portaldoprofessor.mec.gov.br/noticias.html?idEdicao=2idCategoria=8.

Atividade 2.A – Quem sou eu como professor e aprendiz.
Outros links como Diretoria Barretos para acessar o texto “A sociedade da aprendizagem e o desafio de converter informação em conhecimento.”

Atividade 3 – A Identidade do professor e sua própria aprendizagem.
Assista a entrevista com Antonio Nóvoa, além dos textos de J. A. Valente,

Atividade 4 – A postura da escola e da educação frente as novas tecnologias.
Assista ao vídeo de Ladislau Dowbor e o Texto: Escola e Tecnologia.

Atividade 5 – Tecnologias existentes na escola.
Assista o slide que está na (Biblioteca em Material do aluno, I Unidade, Atividade 1.5)

Atividade 6 – Uso dos recursos tecnológicos na prática pedagógica.
Assista ao vídeo “O Uso dos recursos tecnológicos na prática pedagógica”.

Atividade 7 – Experiências desenvolvidas por meio do trabalho por projetos no contexto da escola.
Assista o slide que está em (Biblioteca em Material do aluno, I Unidade, 1.7)


Unidade 2: Internet, Hipertexto e Hipermídia

Atividade 1 – Navegação em Hipertexto.

Atividade 2 – O que é Hipertexto?

Atividade 3 – Conhecer e comentar as atividades dos colegas.

Atividade 4 – Criação do seu Hiperportfólio.

Atividade 5 – A Internet como espaço de autoria: Wikipédia, Wikidicionário, vivendo em comunidade.

Atividade 6 – Blog: diário (de aprendizagem) na rede.
Pesquise a palavra Blogs e faça o seu, está imperdível.



Unidade 3: Prática pedagógica e mídias digitais

Atividade 1 – Conhecer e explorar ambientes que disponibilizam materiais digitais em diversos meios.
Assista a entrevista com Lucas Ciavatta.

Atividade 1.A – Conhecer e explorar ambientes que disponibilizam materiais digitais em diversos meios.

Atividade 2 – Planejamento uma atividade usando mídias digitais.

Atividade 3 – Aplicando uma atividade usando mais digitais.

Atividade 4 – Autoria de objetos hipermídia: criar um objeto multimídia incorporando algum ou alguns objetos que tenham analisado e sua proposta de uso.
Assista o slide que está na (Biblioteca em material do aluno, III Unidade, Atividade 3.4)



Unidade 4 – Currículos, projetos e tecnologias

Atividade 1 – Currículo desenvolvido na ação

Atividade 2.A – Pedagogia de projetos com tecnologias

Atividade 2.B– Pedagogia de projetos com tecnologias

Aplicando um atividade usando mídias digitais

No dia 12/08/2010 foi realizado o assunto: A Família Real no Brasil composto no Plano de Aula foi muito observado e atrativo para os alunos, pois conseguir absorver dúvidas sobre o assunto contidas pelos alunos. . O planejamento escolar foi muito bom, por que ajudou a mostrar a vinda da Corte Portuguesa; os motivos que levaram a Corte a sair de Portugal e vim para o Brasil; e as transformações que afetaram a política, economia, sociedade e cultura; além das inúmeras obras que foram realizadas. Foi usado nos recursos metodológicos computador para pesquisa, quadros com pinturas de Debret, aparelho de DVD e aparelho de televisão onde foi passado o filme: Carlota Joaquina, e mapa mundi na sua localização, enfim foram usados todos esses recursos para aproximar cada vez mais os alunos do ambiente na Corte.
Dividir o Plano de Aula por etapas, na primeira etapa situou aos alunos nos acontecimentos europeus dos séculos XVIII e XIX. Mostre à turma os aspectos da política expansionista de Napoleão Bonaparte, recorrendo ao mapa europeu e explicando os países que haviam sido invadidos pelo governante francês. Em seguida, falei da situação específica de Portugal que estava sob fogo cruzado. De um lado era pressionado por Napoleão a apoiá-lo na luta contra os ingleses e, de outro, tinha relações comerciais e políticas com a Inglaterra há muito tempo. Exibir um trecho do filme Carlota Joaquina à garotada. Nele, a diretora Carla Camurati revela de maneira caricatural os principais personagens da vinda da Família Real ao Brasil. Solicitei aos alunos que ficasse atento ao filme e à forma como a diretora brasileira caracteriza Dona Maria I, a Louca, Dom João, Carlota Joaquina e os demais integrantes da corte portuguesa. Pedir para que eles observem também o papel do embaixador inglês em Portugal, Lorde Strangford l, responsável por articular a influência do Império britânico no país. Expliquei que foi dele a idéia de transferir a corte para o Brasil. Ao terminar o filme, promovir um debate com a turma e peça que os alunos levantem algumas características e acontecimentos da época. Com base no final, expliquei à turma as principais realizações do governo joanino no Brasil. Em seguida, pedir que eles levantam hipóteses e tentem explicar com suas palavras a relação entre portugueses e ingleses naquela época Ao final, solicitei que eles elaborem um cartaz com as principais informações. Eles verificarão que D. João chegou ao país com uma corte de 10 mil pessoas. Os gastos da viagem foram pagos pela Inglaterra por meio de um empréstimo de 600 mil libras esterlinas. Ao chegar ao país, D. João VI criou o Banco do Brasil e negociou ações com os fazendeiros da época, dando a eles em troca títulos de nobreza, comendas e cargos públicos. Para começar esta etapa, analisei com a turma a contradição criada com o governo de D. João VI: na medida em que o país se modernizava – e tornava-se mais arrojado do ponto de vista de suas instituições - ficava mais próximo das condições propícias para a independência, proclamada em 1822. Comentei com a classe a célebre frase que Dom João VI teria dito ao príncipe regente Dom Pedro: “Filho, se tiveres de fazer a independência que a faça antes que um aventureiro lance mão dela”.Pedir que os alunos comentasse a declaração e, em seguida, expliquei que as ações do regente acabaram resultando num processo de independência bastante conservador, no qual seu próprio filho, herdeiro da antiga metrópole, foi o protagonista. Nessa etapa, discutir com os alunos um pouco do cotidiano da Família Real no Brasil a partir das obras de Debret. A pedido de D. João VI, foi criada a Missão Artística Francesa no Brasil, da qual Jean Baptiste Debret era membro. O francês esteve no Rio de Janeiro de 1816 a 1831 e retratou o processo de independência brasileiro e os primeiros anos do governo de Dom Pedro I. Uma de suas obras mais conhecidas é um quadro de dom João em tamanho real. Levei os alunos até a sala de informática e solicitei uma pesquisa de imagens na internet com as principais obras de Debret. Pedir que a turma elaborasse uma apresentação, selecionasse as melhores imagens e exibi-las para toda a escola, analisando quais são os personagens retratados nas obras. Como é retratado o cotidiano do século XIX nas pinturas? Como são representadas as paisagens e as pessoas?
Enfim dividindo o plano de aula assim conseguir obter os resultados positivos esperados, além disso toda a turma gostou do conteúdo e com certeza vai ajudar na compreensão do mundo atual.


Planejando uma atividade usando mídias digitais

ESCOLA MUNICIPAL MARIA RABELO BARRETO
PROFESSOR: DANIELL ALVES LOIOLA SANTANA
DATA: 12/08/2010
SÉRIE: 7ª ANO: 8º
DISCIPLINA: HISTÓRIA

PLANO DE AULA

Assunto: A Família Real no Brasil

Autor: Daniell Alves Loiola Santana

Objetivo: Entender as conseqüência do imperialismo napoleônico e as razões que levaram a Família Real portuguesa a vir ao Brasil, compreender como a realização do governo de Dom João VI no país influenciou o processo de independência.

Conteúdo Aplicado: O contexto europeu dos séculos XVIII e XIX: a política expansionista de Napoleão Bonaparte. A vinda da Família Real ao Brasil.

Mídia digital utilizada:
Computador ligado à internet;
Reproduções de pinturas de Debret;
Mapa mundi;
Aparelho de DVD;
DVD: Carlota Joaquina, Brasil, direção Carla Camurati, 1985;

Metodologia ou Desenvolvimento:
1ª etapa - Na primeira etapa situe o aluno nos acontecimentos europeus dos séculos XVIII e XIX. Mostre à turma os aspectos da política expansionista de Napoleão Bonaparte, recorrendo ao mapa europeu e explicando os países que haviam sido invadidos pelo governante francês. Em seguida, fale da situação específica de Portugal que estava sob fogo cruzado. De um lado era pressionado por Napoleão a apoiá-lo na luta contra os ingleses e, de outro, tinha relações comerciais e políticas com a Inglaterra há muito tempo.
2ª etapa - Exiba um trecho do filme Carlota Joaquina à garotada. Nele, a diretora Carla Camurati revela de maneira caricatural os principais personagens da vinda da Família Real ao Brasil. Solicite aos alunos que fiquem atentos ao filme e à forma como a diretora brasileira caracteriza Dona Maria I, a Louca, Dom João, Carlota Joaquina e os demais integrantes da corte portuguesa.
Peça para que eles observem também o papel do embaixador inglês em Portuga, Lorde Strangford l, responsável por articular a influência do Império britânico no país. Explique que foi dele a idéia de transferir a corte para o Brasil. Ao terminar o filme, promova um debate com a turma e peça que os alunos levantem algumas características e acontecimentos da época.

3ª etapa - Com base no final, explique à turma as principais realizações do governo joanino no Brasil. Em seguida, peça que eles levantam hipóteses e tentem explicar com suas palavras a relação entre portugueses e ingleses naquela época Ao final, solicite que eles elaborem um cartaz com as principais informações. Eles verificarão que D. João chegou ao país com uma corte de 10 mil pessoas. Os gastos da viagem foram pagos pela Inglaterra por meio de um empréstimo de 600 mil libras esterlinas.
Ao chegar ao país, D. João VI criou o Banco do Brasil e negociou ações com os fazendeiros da época, dando a eles em troca títulos de nobreza, comendas e cargos públicos
4ª etapa - Para começar esta etapa, analise com a turma a contradição criada com o governo de D. João VI: na medida em que o país se modernizava – e tornava-se mais arrojado do ponto de vista de suas instituições - ficava mais próximo das condições propícias para a independência, proclamada em 1822. Comente com a classe a célebre frase que Dom João VI teria dito ao príncipe regente Dom Pedro: “Filho, se tiveres de fazer a independência que a faça antes que um aventureiro lance mão dela”. Peça que os alunos comentem a declaração e, em seguida, explique que as ações do regente acabaram resultando num processo de independência bastante conservador, no qual seu próprio filho, herdeiro da antiga metrópole, foi o protagonista.
5ª etapa - Nessa etapa, discuta com os alunos um pouco do cotidiano da Família Real no Brasil a partir das obras de Debret. A pedido de D. João VI, foi criada a Missão Artística Francesa no Brasil, da qual Jean Baptiste Debret era membro. O francês esteve no Rio de Janeiro de 1816 a 1831 e retratou o processo de independência brasileiro e os primeiros anos do governo de Dom Pedro I. Uma de suas obras mais conhecidas é um quadro de dom João em tamanho real. Se a escola tiver sala de informática, leve os alunos até lá e solicite uma pesquisa de imagens na internet com as principais obras de Debret ou leve até a sala reproduções das obras daquele artista. Peça que a turma elabore uma apresentação, selecione as melhores imagens e exiba-as para a classe, analisando quais são os personagens retratados nas obras. Como é retratado o cotidiano do século XIX nas pinturas? Como são representadas as paisagens e as pessoas?
Avaliação: Os alunos devem ser avaliados durante todo o projeto. A primeira e a segunda etapas podem ser avaliadas por meio da participação do aluno na aula. A terceira etapa pode ser avaliada por meio dos cartazes confeccionados pelos alunos que devem dar conta das principais realizações de Dom João VI no Brasil e das relações entre o governo brasileiro e os ingleses naquele período. A quarta etapa também pode ser avaliada pela participação dos alunos nos questionamentos propostos pelo professor. A quinta etapa deve ser avaliada partindo da elaboração da apresentação realizada pelos alunos com a utilização dos computadores.

sábado, 11 de setembro de 2010

Pedagogia de projetos com tecnologia

As questões mais relevantes do texto:
A aprendizagem ocorre de forma ativa;
Problematizar a realidade (tema gerador);
A utilização dos recursos (mídias);
A interdisciplinaridade...

As implicações feita por Elizabete Prado no texto "Pedagogia de projetos - fundamentos e implicações, nos faz refletir sobre como estamos utilizando os projetos em nossas escola - que na realidade não são projetos mais a organização de atididades - assim como a concepção de professores. Dito isto, fica claro que precisamos buscar compreender o verdadeiro sentido da pedagogia de projeto, antes desenvolver o trabalho. A abordagem sobre a teoria de projetos na escola, segundo a autora, não somente na âmbito de sala de aula, demonstra obviamente que o professor não pode mais trabalhar o conteúdo das disciplinas de modo isolado, embora essa diversidade de projetos, envolvendo as tecnologias, venham causar um impacto na prática docente, é necessário, pois, propicia a interdisciplinaridade e consequentemente amplia níveis de conhecimentos nas diversas áreas do currículo e alem disso, ajuda a desenvolver no aluno a produzir mais,capacita-o a levantar hipóteses, a fazer pesquisas,favorece as novas descobertas, compreendendo e reconstruindo o saber.

Currículo desenvolvido na ação

“Ao realizar a leitura do texto: “Desafios e possibilidades da integração de tecnologias ao currículo” pude constatar que este segundo texto veio confirmar o meu pensamento de que,” a integração entre currículo e tecnologias potencializa mudanças na aprendizagem, no ensino e na gestão da sala de aula. Porém, essas mudanças se concretizam quando compreendemos a concepção de currículo que almejamos desenvolver, identificamos as características intrínsecas das tecnologias que devem ser exploradas em atividades pedagógicas com intenções e objetivos claramente especificados, bem como entendemos que a questão determinante não é a tecnologia, mas a forma de encarar essa mesma tecnologia" e esta forma de encarar a tecnologia como algo que vem completar e complementar as várias formas de se trabalhar o currículo é que fará a grande diferença para a aprendizagem dos nossos alunos e professores".

segunda-feira, 6 de setembro de 2010

Conhecer e explorar ambientes que disponibilizam materiais digitais em diversos meios

Compartilhando descobertas em ambientes digitais
Todos esses ambientes como (Portal do professor, Domínio Público, e etc.) disponibilizam materiais digitais para ajudar alunos e professores no seu empenho profissional e estudantil contribuindo para a formação educacional obtendo resultados positivos. Estes ambientes disponibilizam assuntos, projetos pedagógicos, entre outros materiais para sua formação no mercado de trabalho